Elvis Presley voltará aos grandes palcos brasileiros em imagem e voz, acompanhado por uma orquestra de 30 músicos. O espetáculo “Elvis in Concert” retorna ao país em outubro e novembro, passando por seis capitais. Ao mesmo tempo, uma exposição oficial vai trazer mais de 400 peças dos arquivos de Graceland para Porto Alegre, São Paulo e Curitiba.
A turnê começa em São Paulo, no dia 23 de outubro. Depois segue para Belo Horizonte, em 30 de outubro; Brasília, em 1º de novembro; Rio de Janeiro, no dia 5; Porto Alegre, no dia 7; e Curitiba, no dia 9. Nos telões, imagens restauradas colocam Elvis no centro do espetáculo, enquanto os músicos executam os arranjos ao vivo.
Jerry Scheff, baixista que acompanhou o cantor entre 1969 e 1977, participa das apresentações. Aos 85 anos, ele carrega uma ligação direta com a fase de grandes shows de Elvis e um currículo que também inclui trabalhos com Bob Dylan, Roy Orbison e Neil Diamond. Scheff ainda tocou em “L.A. Woman” e “Riders on the Storm”, do The Doors.
O repertório terá mais de 35 músicas distribuídas em dois atos. “Burning Love”, “Don’t Be Cruel”, “Blue Suede Shoes”, “Love Me Tender”, “Suspicious Minds”, “My Way” e “Can’t Help Falling In Love” estão entre as canções previstas. A montagem usa registros de especiais de televisão e filmes como “Elvis: Aloha from Hawaii”, “Elvis: That’s The Way It Is” e “Elvis On Tour”.
O formato já passou pelo Brasil em 2012, quando levou mais de 50 mil pessoas aos ginásios do Ibirapuera e do Maracanãzinho. Quatorze anos depois, a volta ganha uma companhia de peso. A exposição “Elvis — Direto de Graceland” estreia em 2 de outubro no Multiverso Experience, no Cais Embarcadero, em Porto Alegre, antes de seguir para São Paulo e Curitiba entre 2026 e 2027.
Em uma área de mil metros quadrados, a mostra reunirá carros, motos, roupas, joias, móveis, instrumentos, prêmios e objetos pessoais. Entre as peças anunciadas estão o uniforme militar e o uniforme de futebol americano de Elvis, uma Ferrari Dino GT4 de 1975 e o MG vermelho usado no filme “Feitiço Havaiano”. Figurinos e roteiros originais de Hollywood ajudam a completar o passeio pela vida pública e privada do artista.
As duas experiências chegam ao Brasil na aproximação dos 50 anos da morte de Elvis, lembrados em 2027. Para os fãs, será uma oportunidade rara de ver objetos que normalmente permanecem nos Estados Unidos e, poucas semanas depois, ouvir clássicos como “Suspicious Minds” ganharem novamente a força de uma grande orquestra.